Metro quadrado de imóveis de nove bairros de Curitiba valorizou mais de 10% em 12 meses; veja lista


Levantamento aponta que o Batel tem metro quadrado mais caro da cidade, e que Capão da Imbuia teve a maior valorização desde novembro de 2019.


Nove bairros de Curitiba tiveram valorização no metro quadrado dos imóveis acima de 10% em um prazo de 12 meses. O aumento é duas vezes maior do que a inflação no período, que de outubro de 2019 a outubro de 2020 ficou em 3,14%. Os dados são do relatório mensal do Imovelweb, que faz o levantamento de preços em imóveis de todo o Brasil.

Os bairros com maior valorização são:

  • Capão da Imbuia: 19,5%

  • Pilarzinho: 17,5%

  • Tarumã: 15%

  • Cabral: 13,8%

  • Centro: 12,7%

  • Batel: 12,6%

  • Bigorrilho: 11,6%

  • Juvevê: 11,6%

  • Vista Alegre: 10,4%

Ao todo, o preço do metro quadrado em 37 bairros da cidade aumentou acima da inflação. De acordo com o levantamento, o Batel é o bairro com o metro quadrado mais caro da cidade, valendo R$ 9,6 mil. O metro quadrado em outros cinco bairros ultrapassou a marca dos R$ 8 mil: Campina do Siqueira, Juvevê, Ahú, Mercês e Alto da Glória (veja ao final do texto a lista com o valor de todos os bairros). Mercado aquecido A alta se deve ao bom momento do mercado imobiliário, que contrasta com o restante da economia.


"O mercado imobiliário está aquecido. Mais pessoas estão com acesso a financiamento, porque os juros estão mais baixos e mais abundantes". De acordo com dados do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), mais de 3 mil imóveis usados foram vendidos em Curitiba entre julho e setembro, o segundo melhor número desde 2013. "70% destes imóveis foram financiados. Antes, cerca de 40% dos imóveis vendidos eram financiados, então isso mostra como o acesso ao crédito está impactando neste crescimento", afirmou o vice-presidente de Comercialização Imobiliária do Secovi-PR, Luciano Tomazini.


De acordo com dirigente do Secovi, quatro a cada cinco imóveis vendidos custam até R$ 500 mil.

"O perfil deste comprador é de alguém que está adquirindo seu primeiro imóvel", afirmou.

De acordo com o Secovi, a expectativa é que o mercado de aluguel de imóveis residenciais também aqueça após a virada do ano, quando historicamente o setor registra altas.

Home office

A crise econômica causada pela pandemia afetou apenas os primeiros meses do mercado imobiliário. "Os números foram mais baixos em abril e maio, porque as pessoas ainda estavam receosas, mas depois o mercado voltou a crescer, inclusive puxado por estes dois meses de represamento", disse. O fato das pessoas passarem mais tempo em casa fazendo home office impactou no mercado. "Antes da pandemia, muitas pessoas saiam cedo de casa e voltavam só para dormir praticamente. Hoje, muito mais gente está o dia inteiro em casa e percebeu que precisava de um imóvel diferente ou maior".



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